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O que afirma o princípio básico da perícia criminal?
Por que uma partícula de uma pessoa não prova que ela esteve lá?
O que significam as divergências nos relatos das testemunhas?
Por que as testemunhas são ouvidas separadamente?
Por que é mais difícil comparar uma impressão parcial com segurança?
O que ajuda a reduzir a influência da investigação sobre a perita?
O que a perita compara para identificar a autora da assinatura?
Por que não dá para determinar o caráter pela escrita com segurança?
Por que as pessoas confessam coisas que não fizeram?
Qual é a principal proteção contra confissões falsas?
O que ajuda a diferenciar uma sola específica do mesmo modelo?
Por que a conclusão "esta marca foi deixada por este par" é controversa?
Em que consiste a falácia do promotor?
Que pergunta fazer ao ouvir uma probabilidade impressionante?
Perguntas de 7 artigos
Cada um se lê em 2 minutos. Travou em uma pergunta? Dê uma olhada no artigo.
Por que sempre ficam vestígios na cena do crime0/2Por que testemunhas dão descrições diferentesno app0/2Por que impressões digitais nem sempre resolvem o casono app0/2Como funciona a perícia grafotécnica0/2Por que uma confissão não é prova0/2O que a marca do sapato revela0/2O que é a falácia do promotorno app0/2
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Respostas e explicações14 perguntas
- O que afirma o princípio básico da perícia criminal? Em qualquer contato, substâncias passam nas duas direçõesA questão não é se existe um vestígio, mas se ele será encontrado e o que vai provar.Do artigo “Por que sempre ficam vestígios na cena do crime”
- Por que uma partícula de uma pessoa não prova que ela esteve lá? Substâncias podem ser transferidas por intermediários e objetosA transferência secundária foi demonstrada em experimentos, tornando mais importante entender como o material chegou ali do que o fato de ele estar presente.Do artigo “Por que sempre ficam vestígios na cena do crime”
- O que significam as divergências nos relatos das testemunhas? As pessoas viram de lugares diferentes e preencheram as lacunas à sua maneiraOs detalhes que coincidem costumam ser confiáveis, enquanto as divergências mostram onde começou a reconstrução.Do artigo “Por que testemunhas dão descrições diferentes”
- Por que as testemunhas são ouvidas separadamente? Depois da conversa, os relatos convergem e deixam de conferir uns aos outrosUma coincidência que surge depois da troca de impressões já não confirma nada.Do artigo “Por que testemunhas dão descrições diferentes”
- Por que é mais difícil comparar uma impressão parcial com segurança? Mais pessoas podem corresponder a elaQuanto menor e pior for o fragmento, mais candidatos semelhantes haverá e maior será o risco de erro na comparação.Do artigo “Por que impressões digitais nem sempre resolvem o caso”
- O que ajuda a reduzir a influência da investigação sobre a perita? Fazer a perícia sem o contexto do casoQuando a perita não conhece a linha da investigação, fica mais fácil analisar a impressão em vez de procurar inconscientemente uma confirmação.Do artigo “Por que impressões digitais nem sempre resolvem o caso”
- O que a perita compara para identificar a autora da assinatura? Um documento sob análise e as amostras da pessoaA perita compara o documento sob análise com amostras sabidamente escritas por uma pessoa específica.Do artigo “Como funciona a perícia grafotécnica”
- Por que não dá para determinar o caráter pela escrita com segurança? Os testes produzem coincidências no nível do acasoNos testes, as conclusões das grafólogas sobre traços de personalidade não coincidem com os questionários mais do que seria esperado pelo acaso.Do artigo “Como funciona a perícia grafotécnica”
- Por que as pessoas confessam coisas que não fizeram? Para interromper o que está acontecendo agoraA lógica é: vou dizer qualquer coisa, e depois vão investigar, mas, após a confissão, param de verificar.Do artigo “Por que uma confissão não é prova”
- Qual é a principal proteção contra confissões falsas? Gravar o interrogatório inteiroUma gravação completa mostra de onde vieram os detalhes e o que foi dito à pessoa antes de ela concordar.Do artigo “Por que uma confissão não é prova”
- O que ajuda a diferenciar uma sola específica do mesmo modelo? Cortes, pedrinhas e falhas aleatóriasO modelo reduz o campo de busca, enquanto características aleatórias podem ligar uma marca a uma sola específica.Do artigo “O que a marca do sapato revela”
- Por que a conclusão "esta marca foi deixada por este par" é controversa? Não há um padrão para definir coincidências suficientesA conclusão se baseia em características aleatórias, mas não existe uma regra única para definir quantas coincidências são suficientes.Do artigo “O que a marca do sapato revela”
- Em que consiste a falácia do promotor? Em substituir uma pergunta por outra: confundir a raridade da evidência em uma pessoa inocente com a probabilidade de inocênciaSão 2 números diferentes, e o segundo também depende de quantas pessoas foram consideradas.Do artigo “O que é a falácia do promotor”
- Que pergunta fazer ao ouvir uma probabilidade impressionante? Entre quantas pessoas foi feita a escolhaSem saber o tamanho do grupo, a raridade por si só não significa quase nada.Do artigo “O que é a falácia do promotor”